Patrulhar os “becos da morte”

– apelam moradores do subúrbio

O bairro de Maxaquene já teve regis- tos elevados de violação sexual contra mulheres, o que levou as autoridades policiais, em coordenação com a população, a trabalhar no sentido de parar com estes crimes.

Actualmente, ocorrem esporadica-

mente, “graças ao patrulhamento feito aos locais de risco”, conforme testemunha vovó Glória, moradora des- te bairro.

Trata-se de ataques que acontecem “em becos apertados e sem ilumi- nação. É lá onde jovens, de idades

compreendidas entre 12 e 20 anos, fumam soruma e injectam na veia ou- tro tipo de drogas. No ano passado, interceptaram uma jovem na zona da padaria Edgar e violaram-na até à morte”, denuncia André Zita, residente no bairro de Maxaquene C. 

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