- Vovó Verónica João, 60 anos

Toda a relação amorosa passa por percalços e embaraços. Com efeito, sabedoria, astúcia, bom-senso e alguma dose de sorte são aqui chamados para tirar toda e qualquer pedra que esbulha uma caminhada a dois.

Entretanto, nem sempre as matemáticas saem a contento. Casos há, e aos pontapés, de casais que têm filhos em comum, que se estranham (separam) de forma definitiva. Quando a relação acaba, cada um vai para o seu canto, e o que resta é gerir a vida das crianças, fruto da união fracassada.

Nestes casos, a porca tem torcido o rabo, sobretudo quando o homem ora separado, se entrega nos braços de outra parceira. Esta sortuda vê-se mergulhada num clima de incertezas, nos momentos em que a ‘ex’ do seu marido, constantemente, liga para falar das crianças.

O acto deixa em cólicas muitas mulheres. Por este motivo, o jornal domingo pediu os conselhos da vovó Verónica João, de 60 anos, natural de Homoíne e residente em Maputo. A intenção era saber de si como gerir este stress. De prontoa idosa disparou que “o homem deve cortar essas atitudes da ex-mulher (mãe das crianças)”. Para ela, “se essa mãe pretende falar dos filhos, que seja sob conhecimento de (ou com) a actual companheira”. Afinal, continuou vovó Verónica, “não deve haver segredinhos entre ambos, pois isso mancha a relação”. Entretanto, orientou às mulheresque abram o olho em situações dessa natureza. É que, segundo disse, as ex-esposas podem usar os filhos para tentar reatar com os ex-maridos, para puxá-los para si. Assim sendo, “tem que ter cuidado”, pois camarão que dorme a onda leva. 

 

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