A transferência de alunas grávidas do período diurno para o nocturno nas escolas primárias e secundárias tem dividido opiniões. Algumas raparigas grávidas desdobram-se para continuar com os estudos, outras, porém, abandonam-nos. A Educação revela que foi uma medida necessária, mas afirma que tem de adequá-la à nova realidade.

Por despacho ministerial de 2003, foi vedada a frequência do curso diurno, nos níveis elementar, básico e médio do Sistema Nacional de Educação, a todas as alunas que se encontrem em estado de gravidez, bem como os respectivos autores caso sejam alunos da mesma escola.

Neste âmbito, e face a diferentes opiniões em diversas esferas da sociedade, o domingo conversou com alunas grávidas, professores e um representante do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) para perceber os contornos deste assunto volvidos 15 anos da existência deste despacho.

Para a Educação, o contexto que se vivia há 15 anos era de elevado índice de desperdício escolar dada a tendência crescente de alunas se apresentarem grávidas.

Texto de Luísa Jorge
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