O rosto que hoje apresentamos é de uma General da Polícia da República de Moçambique. Chama-se Dora Daniel Manjate. É das poucas mulheres que ostentam a patente de Oficial General, concretamente a de adjunto comissário da Polícia. Acima desta patente só mais uma, de primeiro adjunto-comissário, reservada aos comandantes de Ramos, pois as outras duas são orgânicas e se atribuem em simultâneo com a nomeação para os cargos de vice e comandante-geral, que são as de comissário e inspector-geral da Polícia, respectivamente.

É membro da corporação desde 1974. Portanto, faz parte grupo dos primeiros polícias treinados em Nachingueia, Tanzânia.

Um dos seus primeiros postos foi a Presidência da República. Lembra-se com orgulho que era uma das moças aprumadas que de farda de gala e luvas brancas abriam graciosamente os portões da Presidência para o Presidente Samora Machel.

 

Na sua carreira policial, já ocupou várias posições e funções: chefe de asseguramento na Assembleia da República. Antes foi chefe do Departamento de Protecção no Comando-Geral. Foi a partir deste posto que foi conduzida a comandante provincial da Polícia no Niassa, Cabo Delgado e Inhambane. Presentemente é directora de Doutrina e Ética no Comando-Geral.

O nosso rosto levanta-se, durante a semana, às 5.30 horas, exceptuando os fins-de-semana, dias em que desperta às 8.30 horas. Não tem o hábito de tomar o pequeno-almoço. Pelas 6.30 segue a viagem para o serviço, no Comando-Geral, cidade de Maputo.

Texto de Francisco Alar

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