Texto de Frederico Jamisse

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 Chamam-no Dudas Aled, mas o seu nome de registo é Alfredo Eduardo Johannes Chipande. Jovem músico e apresentador de programas de entretenimento na STV, nasceu em Maputo aos 4 de Fevereiro de 1990.

Formou-se em Relações Públicas e Comunicação pela CFI e Gestão de Empresas pela Universidade Eduardo Mondlane.

A sua vida é partilhada entre o dia e a noite.

“No meio de semana desperto às 7.00 ou 9.00 horas e durmo, em média, às 22.00 ou meia-noite, quando tenho alguma actividade extra TV que exige de mim concentração adicional”, explica.

Aos fins-de-semana levanta entre as 10.00 e as 13.00 horas e dorme, regra geral, entre 4.00 e 6.00 horas, excepto aos domingos.

“Pratico exercícios físicos mas não com regularidade. No entanto, tenho consciência da importância desta activida­de”.

 O jovem apresentador e músico preenche os tempos livres ao lado da família, amigos, investigando um pouco mais sobre a sua área de actuação, vendo filmes, lendo li­vros e procurando aprender mais.

“Ir ao cinema nem tanto! Gosto de ver filmes em casa e se estiver com a família melhor. Mas a minha parceira não tem muita preferência. Aprecio maioritariamente filmes de acção e ficção científica”, aponta Duda.

Questionámo-lo sobre a cozinha e respondeu: “Não te­nho necessariamente gosto pela cozinha mas aprecio quem cozinha com mestria. Se descobrisse alguma inclinação para a área, logicamente que investiria. Mas não deixo de apreciar um prato bem confeccionado.”

Desde criança, Dudas sempre preferiu um bom prato de arroz e feijão e se confeccionado à moda tradicional melhor. “Também sou apreciador de pratos tradicionais, uma boa cacana, xima, mboa e outros pratos cá da terra. Um bom bife à portuguesa também não fica para trás. Mas os pratos que me fascinam são os escolhidos e confeccionados pela minha parceira, comida de casa sabe sempre bem”.

A respeito de Moçambique, Duda afirma: “Temos muita coisa que nos orgulha. Não é verdade que só existem coisas negativas como temos ouvido.”

 Moçambique é um país de desafios constantes para quem está atento às oportunidades. “É no investimento/ oportunidades que nos devemos focar para atingir melhor lugar no mundo e olhando para o que temos de melhor e potencial para chegarmos onde pretendemos.”

Na vida teve marcos negativos: “A perda dos meus pais biológicos quando criança e adolescente. Ganhei muitos pais na caminhada, graças a Deus. Isso ficou na memória mas, infelizmente, não há como voltar no tempo para fazer de tudo para que eles não partissem e nem sei se conseguiria fazê-lo, pois muito se discute sobre o destino.”

Algo que o marcou positivamente foram as pessoas que estiveram do seu lado quando mais precisou, após a morte dos pais. “Jamais me esquecerei e recordo-me de ter falado disso recentemente numa das minhas apresentações mu­sicais.”

A veia da música vem desde criança. “Os meus pais fo­ram apaixonados pela música, e quando o meu pai perdeu a vida, tempos depois a minha mãe continuou a escutar música para se distrair. Recordo-me como se fosse ontem… músicas de Joaquim Macuácua e Massukos são algumas que ela gostava de escutar.”

Dudas teve influências nacionais e internacionais. Mas maioritariamente internacionais.

Falando de ídolos, aponta: James Blunt, Roberto Carlos, Michael Bolton, Aretha Franklin, Frank Sinatra, Ghorwane, António Marcos, Zaida Lhongo, Joaquim Macuacua, Xidi­minguana, entre outros.

“O meu sonho é aprender muito mais e poder ajudar a mais gente”.

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