Guerreira que sobreviveu ao cancro da mama

Texto: Carol Banze

Carolbanze.cb@gmail.com 

“Não! Isto não pode estar a acontecer comigo…”. Deste modo reagiu Kátia Saraiva, de 39 anos, depois de receber, em 2013, uma das piores notícias da sua vida: o diagnóstico do cancro da mama. Naquele momento anteviu que a sua vida tinha acabado, um prognóstico que ganhou força após a realização de exames médicos minuciosos. O resultado dizia que lhe restavam, apenas, três meses de vida.

Meses de sofrimento ao extremo, apelos e desistências. Foi exactamente deste modo que uma doente de cancro da mama, natural de Sofala, empresária, formada em “Marketing”, casada e mãe de um menino de cinco anos, enfrentou a terrível, temida e mortífera doença, que actualmente no nosso país faz cada vez mais vítimas.

Só para ilustrar, em cada 100 mulheres, 54 perdem a vida.
De acordo com a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, o alto índice de mortalidade em Moçambique é causado pelo diagnóstico tardio, o que leva à ideia segundo a qual ter cancro da mama é sinónimo de morte.

Leia mais...

Editorial

Assim também não!
domingo, 22 abril 2018, 00:00
Começa a ser preocupante a maneira como gente estranha ao sector da Saúde, vezes sem conta, passeia-se à vontade, nas nossas unidades sanitárias; sobretudo quando estas... Leia Mais

Versão-Impressa


Opinião

Desporto

Nacional

Breves

Sociedade

Reportagem

Cultura

Em foco

Temos 386 visitantes em linha

Banca de Jornais

Sociedade do Noticias
  • EconomiaEconomia
  • CulturaCultura
  • DomingoDomingo
  • DesafioDesafio
  • NotíciasNoticias

Conselho de Administração

Bento Baloi Presidente

Rogério Sitoe Administrador

Cezerilo Matuce Administrador