Texto de Francisco Alar
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As reformas em curso no sector da Ordem e Segurança Públicas, com destaque para a reestruturação e especialização da Polícia da República de Moçambique, estão a notabilizar-se em diferentes esferas. Este semanário traz a radiografia da Polícia Costeira, Lacustre e Fluvial (PCLF) que abriu as portas, desde o Comando Central até aos Regimentos provinciais e algumas subunidades, incluindo a base naval, para domingo se inteirar do funcionamento da área de fiscalização e patrulha naval.

Trata-se do ramo dos homens e mulheres de azul e nadadores de calção e camiseta que temos visto nas praias moçambicanas.Aguçou curiosidade jornalísticaa visualizaçãode fragatas de patrulha atracadas no Porto da Matola-Rio. Já em plena produção desta Reportagem, soube-se que, afinal, o antigo Porto da Transmarítima é agora a base naval da Polícia Costeira.

À primeira vista, a sua área de actuação parece conflituar com a da Marinha de Guerra e Administração Marítima. A este respeito, o comandante esclareceu que a sua força é responsável pela manutenção da Ordem e Segurança Públicas nos 2700 quilómetros de costa moçambicana, 12.000 quilómetros quadrados de águas interiores (lagos e rios) e um raio de 12 milhas de águas territoriais e a zona contígua, mais para dentro do mar. Clarificou que as tarefas desta força não conflituam com as de outros organismos. Pelo contrário, há complementaridade.

 

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19.10.201Banco de Moçambique

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