Pedro Nacuo
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Uma romaria de três mil e quinhentas pessoas de todas as províncias do país foi dar, na quarta-feira, ao posto administrativo de Matchedje, distrito de Sanga, no Niassa, para celebrar a passagem dos 50 anos da realização do II Congresso da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), conhecido como Congresso da Vitória.

A estrada de 264 quilómetros, a partir da capital provincial do Niassa, Lichinga, dividida por dois troços qualitativamente disjuntos, com uma parte de 60 quilómetros, Lichinga-Unango (Unilúrio), asfaltada e a restante terraplenada, na parte de manhã do dia 25 de Julho, tinha um só sentido que apontava Matchedje.

É lá onde se foi assistir à reconstituição do histórico encontro da FRELIMO, entre 23 e 25 de Julho de 1968, o primeiro de igual importância, depois do I Congresso, que foi da criação da Frente, em Junho de 1962, em Dar-es-Saalam, Tanzânia. Este chamou-se de unidade, em virtude de ter unido os três movimentos que pretendiam lutar pela Independência Nacional, nomeadamente MANU, UNAMI e UDENAMO, corporizando a Frente de Libertação de Moçambique.

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