“Jesus alive”!

A minha primeira crónica tinha esse título. Foi por volta 1987/8, quando na falta da estrada que nos conduzisse à publicaçao de um livro, a partir de Tete, tinhamos encontrado uma saída, que mais tarde revelou-se profundamente pedagógica.

Eram saraus de literatura em que tudo o que escreviamos e pensavamos servisse para partilhar era levado, periodicamente, ao Jardim III Congresso, onde em tardes quentes liamos aos amplificadores da Rádio Moçambique, com muitos jovens atentos, quiçá, querendo um dia também poderem escrever e publicar.

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