Se se diz que o jornalista é um eterno aprendiz, uma das aulas que tive foi há três semanas, na entrevista com o Doutor Carlos Machili, publicada no dia 18 do Novembro que terminou há dois dias. A grande lição foi ter-me dito, em resposta à minha pergunta quase ingénua sobre a diferença entre a Frelimo e os outros partidos, nomeadamente da oposição moçambicana.

Disse mais ou menos que a Frelimo era uma instituição que desde 1962 aos tempos que correm conseguiu construir consensos no meio de muitos conflitos internos, através de processos claramente democráticos. Machili pediu para que se desenganasse quem pensava que teriam sido pacíficas as eleições dos seus timoneiros ao longo dos tempos, desde Eduardo Mondlane a Filipe Nyusi, passando logicamente por Samora Machel, Joaquim Chissano e Armando Guebuza.

Por Pedro Nacuo
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