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Fiz muito pelo país mas hoje me põem de lado!

– Mas nem com isso desmoronou o sonho de estar no CAN a representar o país?

– Pena que não ganhámos no CAN! Superámos várias dificuldades. Tínhamos até dificuldades de ter botas para os jogadores. Só trabalhei por Moçambique, apenas por ser o meu país.

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CAN- 86 é um marco na história de Moçambique

– O ano 1986 é indubitavelmente, para a história do futebol moçambicano e para o mister em particular, um marco histórico. É um ano em que quando olha para o passado e diz que valeu a pena a aposta pelo futebol…

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Chamem-me por Haider

Ainda nas camadas de formação do Desportivo Haider foi apelidado por Fala-Fala porque, segundo ele, passava o tempo a falar, sempre mais do que os seus colegas de equipa. Foi assim que um roupeiro deu-lhe o nome de Fala-Fala. Hoje, na missão de Deus, não aceita mais que lhe tratem pelo nome que o popularizou como futebolista.

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Início do martírio

Foi notório ao longo da conversa que as pausas longas que Aly dava para responder as questões não eram normais. A dada altura "desafio" apercebeu-se de que o entrevistado por inúmeras vezes transparecia dificuldades de dizer com exactidão as datas e de se lembrar de alguns dados curiosos da sua carreira.

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A nossa evolução é de perdedores

Há 15 anos na África do Sul, António Trigo, ou simplesmente Paulito nas lides futebolísticas, recentemente visitou o país que o viu nascer a convite do Jonas Nhaca, patrono da Academia Brilho do Sol, onde proferiu uma palestra às crianças da mesma. Em entrevista ao desafio, convidámo-lo a recuar no tempo para falar da sua carreira.

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Marta Mapilele: a “co-piloto” da nave FMF

Uma mulher. Uma dama que gere os balneários ao mais alto nível do futebol moçambicano. Não sente propriamente o cheiro, mas cria condições para o seu conforto. É Marta Mapilele, vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), para a Área Financeira, pilotando, em parceria com Alberto SimangoJr., esta grande nave que leva o futebol do país para destinos apetecíveis.

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Devemos ter selecções mais competitivas

Marta Mapilele defende muito uma gestão criteriosa, sobretudo transparente, assente nos regulamentos e especificidade do sector, ou da área que se dirige, para se poder obter mais apoios para o desporto, tendo em conta tratar-se de uma actividade que pouco depende de produção própria.

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Os gostos de Marta

Marta Mapilele fala português, inglês, espanhol, russo, changana e bitonga. Quando vai à mesa, não perdoa um bom peixe, gosto que resulta do seu convívio com a região costeira onde ela cresceu. Estranhamente, para si mesma, aprecia a cor azul, fruto de uma motivação da qual não tem registo. De repente se viu rodeada de muito azul e se aparece com uma cor diferente é meramente para variar. Em termos de literatura, lê muito os livros da sua área de especialidade, mas agora está a ler uma obra que versa sobre a liderança e suspeita que seja por causa dos cargos que tem estado a exercer, que ganhou interesse por este livro que tem como título “O Monge e o 

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A minha realização é que as pessoas acreditem no trabalho que fazemos

Muito se queixa do défice de dirigismo, nos tempos que correm. A ausência de carolas tem condicionado a eficiência do desporto moçambicano, facto eu se reflecte em termos de resultados, no contexto internacional. E Marta Mapilele é aquela mulher que tem ideias claras e disponibilidade para assumir o desafio que visa contrariar esta tendência.

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Futebol e eu cruzámo-nos no caminho

A dado momento da nossa conversa com a mulher que cuida dos dinheiros na Federação Moçambicana de Futebol, questionámos quem, entre ela e o futebol, havia ido ao encontro do outro, ou ainda se eram “gémeos”, ao que nos disse:

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Deixar de voar para andar sobre os carris

Dez anos depois, Augusto Matos transferiu-se do Desportivo para o Ferroviário de Maputo. E como os gémeos não se desgrudam, Pio Matos decidiu seguir os mesmos passos. Em entrevista exclusiva ao desafio, “Lingras” fala das motivações e novas metas. O alvo é a camisola 15. O nosso interlocutor fá-lo-á em homenagem a João Chirindza. Pio Matos deixa, assim, as “águias” para abraçar os “locomotivas” por duas épocas.

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Jogar com os melhores é muito bom

- A sua transferência do Desportivo para o Ferroviário não foi bem vista por algumas pessoas. E há alguns rumores, creio que sejam do seu conhecimento. Quer se pronunciar e esclarecer?
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Vivi num bairro de lata

O seleccionador nacional de futebol, Abel Xavier, abriu o livro da sua vida para contar o percurso que teve desde que saiu de Nampula para viver em bairros clandestinos no Jamor, Portugal, com os seus pais. Hoje, depois do estrelato como futebolista, o seleccionador dos “Mambas” está também engajado em causas humanitárias e em devolver a sua família a Moçambique.

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Classificação do Moçambola 2017

Equipas
J V E D GM GS P
1 F. de Maputo 0 0 0 0 0 0 0
2 Liga Desportiva 0 0 0 0 0 0 0
3 F. da Beira 0 0 0 0 0 0 0
4 U.D. Songo 0 0 0 0 0 0 0
5 Maxaquene 0 0 0 0 0 0 0
6 Costa do Sol 0 0 0 0 0 0 0
7 Clube de Chibuto 0 0 0 0 0 0 0
8 F. de Nampula 0 0 0 0 0 0 0
9 D. Nacala 0 0 0 0 0 0 0
10 F. de Nacala 0 0 0 0 0 0 0
11 Chingale de Tete 0 0 0 0 0 0 0
12 ENH de Vilankulo 0 0 0 0 0 0 0
13 1º De Maio 0 0 0 0 0 0 0
14 A D Macuácua 0 0 0 0 0 0 0
15 Textáfrica de Chimoio 0 0 0 0 0 0 0
16 UP Lichinga 0 0 0 0 0 0 0
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Mambas

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