COMBATE À CRIMINALIDADE: PRM expande uso do cão na patrulha e investigação

A Polícia da República de Moçambique (PRM) incrementa a integração do cão em diferentes especialidades policiais, potenciando a busca de drogas, armas e explosivos. domingo apurou que outra especialidade de relevo, em preparação para investigação policial, é a da Odorologia, onde os cães são treinados para identificar suspeitos desde que se tenha algum vestígio conservado, em condições apropriadas, mesmo que tenham passado cinco anos.

A nossa sociedade está habituada a ver a força canina em ocasiões de controlo de manifestações e algumas rotinas de polícia ostensiva, não fazendo ideia das mais profundas aplicações deste amigo do homem de longa data. A nossa Reportagem contactou a Unidade Canina da Polícia da República de Moçambique, no seu quartel central em Maputo, para trazer aos seus leitores a táctica canina e as demais aplicações que a PRM faz do cão.

Ernesto Horácio Zualo, Superintendente Principal da Polícia, recorda-nos, logo à partida, que a unidade canina funcionou até 2016 como Centro de Instrução Canina, sendo mais tarde transformada em unidade operativa.

Esta transformação não retirou, entretanto, a sua componente formativa, continuando a deter exclusividade legal na instrução de cães e seus utentes, ao nível de todas as Forças de Defesa e Segurança. 

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