O corpo de bom­beiros da empresa Ae­roportos de Moçambique (ADM) passa a vigiar e prestar assistência às condutas de gás natu­ral da ENH-Kogas, em instalação na cidade de Maputo.

Para o efeito, na quin­ta-feira, foi rubricado um memorando entre a ADM e a ENH-Kogas para o controlo de aci­dentes que possam co­locar em risco a vida das pessoas, infra-estruturas e o meio ambiente.

Além das condutas instaladas no bairro do Aeroporto para o forne­cimento de gás, a ENH­-Kogas tem tubagem que liga a central eléctrica de ciclo combinado de Maputo, recentemente inaugurado pela Electri­cidade de Moçambique (EDM).

 A empresa opera, se­gundo o respectivo pre­sidente, Seung Ki Paek, um gasoduto com 82 quilómetros, com equi­pamento e infra-estru­turas conexos para o transporte e distribuição de gás natural na cida­de de Maputo e distrito de Marracuene, além de vender o recurso a vários clientes comerciais, in­dustriais e instituições. A ENH-Kogas não possui meios para o salvamen­to de pessoas e combate a incêndios em caso de emergência.

Texto de Benjamim Wilson

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