As zonas alagadas das margens dos rios Revúbuè e Zambeze, nos bairros de Chingodzi, Matundo, Francisco Manyanga, no município da Cidade de Tete, e Chithatha e 25 de Setembro, no município da Vila de Moatize, e Capanga e Benga, distrito de Moatize, já estão praticamente secas e a lama a desaparecer paulatinamente.

Esta situação já está a aumentar o movimento de regresso às casas das famílias afectadas pelas cheias que neste momento estão empenhadas na remoção dos escombros e reconstrução das suas residências para o retorno da vida quotidiana.

O maior centro de acolhimento das famílias retiradas das margens do rio Revúbuè, situado no Instituto Industrial de Matundo, no bairro de Chingodzi, já está a registar algumas clareiras, sinal de que as pessoas estão a voltar às suas zonas de proveniência.

Na realidade, dados fornecidos ontem pelo porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, delegação de Tete, Alex Ângelo, referem que cerca de 350 famílias já se retiraram do centro de Matundo de regresso às suas zonas de habitação.

‘’Estamos a registar saídas diárias das famílias do centro de acolhimento e antes do abandono sensibilizamos as pessoas a se precaverem porque a época chuvosa ainda não terminou’’ ‒disse a nossa fonte.

Acrescentou que antes das famílias se retirarem as equipas multissectoriais do Comité Operativo de Emergência têm visitado as zonas destinatárias para aferir a situação actual de forma a se evitarem outras consequências como resultado das sequelas deixadas pelas águas.

Texto de Bernardo Carlos

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