FESTIVAL NACIONAL DE CULTURA: A ressurreição da Bibi Acivaanjila!

Texto de Pedro Nacuo, em Lichinga
 

 

Moçambiquefez semana passada o que de melhor uma Nação faz. Reuniu-se para falar da sua história e usando a cultura voltou a dizer que existe no concerto das nações, tem pés para andar e o direito de olhar em frente, porque valoriza o seu passado, o que inclui o desprezo (no presente) de algumas práticas menos correctas do seu percurso, afastando-as do seu caminho, com os olhos postos para um futuro risonho.

O palco escolhido foi Niassa e no primeiro dos quatro dias, apenas a capital provincial, Lichinga, aonde foram para além dos mais de 4 mil manifestantes culturais, turistas nacionais e estrangeiros, para ver a grandeza de um povo. Espectacular!

Entre os presentes, incluindo o Presidente da República, Filipe Nyusi, estava uma lendária rainha, vinda de a 125 quilómetros de Lichinga, Majune, onde, curiosamente, repousa o seu corpo, passados anos que a história ainda não nos disse.

A Bibi (rainha) Acivaanjila “apareceu” no estádio municipal de Lichinga, onde estava reunido o país e, a partir donde, o mundo assistia ao reavivar da nossa história, de duas formas: através da sua actual sucessora e por intermédio de um bailado a si dedicado e, por extensão, a toda mulher moçambicana, numa altura em que o país descobriu e mostra com actos que sem ela não vamos a lado algum.altura em que o país descobriu e mostra com actos que sem ela não vamos a lado algum.

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