Recaptura de Nini e a afronta ao Estado

A semana finda foi indubitavelmente marcada pelo repatriamento e retorno à cadeia da máxima segurança (BO), na Machava, do há muito procurado Momad Assif Abdul Satar, ou simplesmente Nini, cidadão que foi condenado a uma pena de prisão de 24 anos.

Após cumprir metade da pena depois de provada a sua co-autoria no assassinato de Carlos Cardoso, jornalista que desvendou o esquema de fraude que lesou o extinto Banco Comercial de Moçambique (BCM) em milhões de Meticais, Nini Satar foi posto em liberdade condicional em circunstâncias duvidosas aos olhos dos actores de administração da justiça em Moçambique e do público no geral.

O argumento de ser um recluso bem comportado surpreendeu meio mundo que o suspeitava de, a partir da cadeia, ter estado a comandar grupos criminosos que punham a cidade de Maputo em alvoroço.

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