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              19.10.201Banco de Moçambique

              Reza um velho e cansado ditado – porém actual - que “quem não tem cão caça com gato”. E é este o cenário que temos vindo a assistir no nosso futebol. Os dirigentes, quando não conseguem cumprir a sua parte, para a obtenção de bons resultados, pagando melhor aos atletas, estimulando-os, olham para o “pobre” treinador como escudo de defesa.

              E nem pensam duas vezes: Pumba! Está despedido porque o time não está a ganhar. Hey, hawena!  Incrédulo, Bula-bula acompanhou pelos jornais e ouviu na rádio que Rogério Balate tratado nos meandros desportivos como Zulo,  foi despedido da equipa técnica do Ferroviário de Nacala. Motivo: resultados negativos. Coincidentemente, o Ferroviário de Nacala até a oitava jornada tinha oito pontos, os mesmos que Desportivo de Nacala, Incomati e ENH. Estando o 1º de Maio com 7 e por último o Sporting de Nampula com seis pontos.

              Há ainda muito por jogar; ademais, o ciclo de refeições e dieta dos atletas em alguns  clubes ainda não foi acertado porque o campeonato ainda vai no adro. Quer dizer, os tipos mal comem, mal dormem, mal viajam e por vezes - muitas vezes mesmo - não recebem salários muito menos prémios de jogo mas são obrigados a trazer resultados positivos! Ganhar, ganhar todos os dias, mesmo nos treinos!

              Bula-bulasó olha porque não pode fazer nada mesmo. Aliás, nem sequer consegue desencorajar aquele presidente de um grande clube que todas as semanas tira dos cofres da colectividade 35.000,00 MT(sim, trinta e cinco mil meticais) para pagar os árbitro. 

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