O presidente da nova administração da companhia aérea angolana TAAG indicou que a privatização da empresa vai ser feita “gradualmente”, devendo, primeiro, criarem-se condições “adequadas e atractivas” para o investimento privado, noticiou sexta-feira a imprensa angolana.

Segundo o presidente da comissão executiva da transportadora aérea angolana, Rui Carreira, após a tomada de posse, sexta-feira, do novo Conselho de Administração, a intenção da nova direcção é transformar a companhia numa empresa “mais competitiva”, que “prime pela excelência” dos seus serviços.

A nova administração, acrescentou o antigo director do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), vai procurar dar maior atenção aos clientes, visando enquadrar as vertentes comercial, financeira e operacional no contexto actual em que a TAAG “não terá mais o apoio do Estado”.

Segundo Rui Carreira, o maior projecto da companhia angolana de bandeira passa pela substituição da sua frota, com novas aquisições de aviões para os voos de médio curso e visando a conquista do mercado africano.

A transformação da TAAG, de empresa pública para Sociedade Anónima (SA), resulta de um decreto presidencial, assinado a 20 de Setembro último, pelo Presidente angolano, João Lourenço, quando exonerou a anterior administração.

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