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A “engenharia” de busca da paz

O passo, provavelmente o mais difícil para o alcance da paz definitiva, terá sido dado esta semana.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, trouxe à nação o conteúdo das conversas que têm tido com o líder da oposição, Afonso Dhlakama, sob a chancela de “consensos”.
Parecia estar atento à reclamação de vários quadrantes de opinião, trazidos à baila neste semanário nas últimas três semanas, que exigiam que o estadista viesse a público dar um “cheirinho” do que estaria a conversar com o seu compatriota, ainda que fosse para alimentar o direito à informação que assiste aos seus cidadãos, sobretudo em matéria de elevada transcendência.
É um passo que traz consigo uma roupagem que pode ser decisiva, se bem que veio atacar o âmago das diferenças que desde 1999 colocaram um travão ao modelo democrático escolhido pelos moçambicanos e que conduziram ao Acordo Geral de Paz (AGP), em Roma, que foi a base das primeiras eleições multipartidárias em 1994.
A eleição de governadores provinciais terá sido, desde então, a razão chamada pela Renamo para conferir a descentralização que, tendo sido posta em marcha pelo Estado com vista à aproximação do poder ao povo, foi, mesmo assim, posta em causa pelo maior partido da oposição.
Os entendimentos foram mais além e trouxeram mais uma inovação: os distritos e na eleição dos presidentes dos conselhos municipais
 

Editorial

Assim também não!
domingo, 22 abril 2018, 00:00
Começa a ser preocupante a maneira como gente estranha ao sector da Saúde, vezes sem conta, passeia-se à vontade, nas nossas unidades sanitárias; sobretudo quando estas... Leia Mais

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