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          Erro humano na tramitação dos dados do censo eleitoral realizado na província de Nampula, em 2014, esteve na origem do aparecimento do caderno eleitoral do distrito de Mongincual, distribuído 
          aos partidos concorrentes na eleição intercalar de 24 do mês em curso. O problema já está a ser sanado e nenhum eleitor que não seja residente na autarquia da chamada cidade da capital do norte irá votar nesta eleição intercalar, segundo revelou ao domingo o director-geral do STAE, Felisberto Naife.

          A eleição intercalar de Nampula está ao rubro  com a campanha elei-toral a decorrer sem incidentes, onde cada um dos cinco concorrentes procura conquistar a simpatia dos cerca de 295 mil potenciais eleitores inscritos.

          Antes do início da activida-de de “caça ao voto”, alguns partidos concorrentes denunciaram uma alegada preparação da fraude através da movimentação de alguns cadernos eleitorais de fora para dentro da autarquia, para permitir que cidadãos forasteiros votem a favor de um certo candidato.

          Outro problema arrolado pelos partidos tem a ver com disparidades nos cadernos eleitorais, eleitores inscritos em mais de um caderno, diferenças no número de cadernos nas assembleias de voto e al-gumas assembleias de voto sem cadernos. 

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