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            Revisto: Benjamim

            Texto: António Mondlhane

            Vislumbra-se um ano crucial para a indústria moçambicana de gás natural. Em 2018 está prevista a assinatura dos contratos de concessão com as empresas vencedoras do 5º Concurso Internacional para a Pesquisa De Hidrocarbonetos, além do fecho financeiro e a decisão final de investimento do projecto Golfinho/Atum, da Anadarko, para a construção da plataforma de liquefação, num empreendimento avaliado em cerca de 25 biliões de dólares norte-americanos.

            Contas feitas, o sector recebeu nos últimos anos cerca de 10 biliões de dólares norte-americanos, 90 por cento dos quais investidos na bacia do Rovuma e 10 por cento na bacia de Moçambique. No global, no futuro poderão ser investidos, na área petrolífera, cerca de 32 biliões de dólares.

            Carlos Zacaria, presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleos (INP) - o órgão regulador do sector - antevê um mercado promissor de gás natural, mesmo reconhecendo que, em 2018, as flutuações dos preços vão continuar.

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