Termina hoje a campanha eleitoral referente às eleições autárquicas nos 53 municípios do país.

Pouco mais de seis milhões de eleitores, 6 824 582 segundo o Secretariado Técnico de administração Eleitoral (STAE), entram no período de reflexão antes de exercerem, na próxima quarta-feira, 10 de Outubro, o seu direito de voto.

Nestas eleições, a votação é feita obedecendo um novo comando legal, pouco depois da alteração pontual da Constituição da República, avultando um boletim autónomo, único, na eleição do presidente do Conselho Autárquico, o mesmo que dizer que os eleitores colocarão uma cruz ou marca de impressões digitais em apenas num boletim para a assembleia municipal. O cabeça-de-lista que tiver maioria é automaticamente consagrado presidente da autarquia.

É a democracia moçambicana que se consolida e vai denotando marcas de maturidade, impondo responsabilidades acrescidas aos seus actores. Tirando um e outro incidente, domingo saúda os 21 partidos, coligações e grupos de cidadãos pela campanha ordeira que protagonizaram e sublinha a necessidade de prevalência da mesma ordem no processo de votação que se segue.

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