A primeira fase de construção das infra-estruturas da Base Logística de Pemba (BLP) estará concluída até finais de Fevereiro do próximo ano para se dar início à recepção de navios ligados à pesquisa e produção de gás natural, assegura Francesco Bianchi, representante da empresa contratada para a execução da empreitada.

Esta fase está orçada em cerca de 20 milhões de dólares e compreende a edificação de uma estrada de acesso ao mar, um armazém com dois pisos destinados a escritórios, área descoberta para o armazenamento de materiais industriais, vedação, calçada para o acesso à ponte de interconexão e um pontão posicionado no mar num espaço com um mínimo de 14 metros de produndidade.

A pretensão de concluir a obra com brevidade deriva do facto de várias empresas estarem a manifestar interesse em utilizar aquelas instalações como fulcro para a prestação de serviços de pesquisa de gás natural que ainda decorre em várias áreas de Cabo Delgado e mais a Sul, na província de Nampula.

De igual modo, aquelas instalações deverão estar disponíveis para serem utilizadas pelas empresas que vão participar na produção deste hidrocarboneto a partir dos finais do primeiro trimestre aos meados do próximo ano, conforme revelou Omar Mithá, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Entre as empresas que parecem dispostas a utilizar as instalações destacam-se a Exxon-Mobil, Mitsui E&P Mozambique e a BPRL Venture Mozambique (ambas parceiras na área 01), Caminhos de Ferro de Moçambique (sócia em 50 por cento na BLP), Baker Hughes General Electrica, Halliburton, Boluda International, Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Manica-Deugo, Kotug, Technip-FMC, AMT, entre outras.

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