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            Iniciam no II semestre do ano em curso as obras de reabilitação da Estrada Nacional Número 1 (EN1), nos troços mais críticos, designadamente, Pambara-Rio-Save, na província de Inhambane, e Inchope-Gorongosa-Caia, em Sofala, enquanto mobiliza fundos para uma intervenção profunda, garantiu semana finda no Parlamento o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

            Do Rosário, que respondia a perguntas dos deputados sobre quando é que efectivamente o Governo irá intervir na EN1 –cuja degradação é acentuada–, referiu que a reabilitação desta estrada está no topo das prioridades por ser a espinha dorsalda ligaçãoNorte, Centro e Sul do país.

            Para o efeito, segundo o governante, está em curso a mobilização de fundos adicionais junto dos parceiros de cooperação e sector privado para uma intervenção profunda no sentido de viabilizar a livre circulação de pessoas ebens.

            Do Rosário falou também do corredor Cuamba-Lichinga,no Niassa, orçado em 29,3 milhões de dólares, onde está em curso a asfaltagem do troço Muita-Massangulo, que compreende 94 quilómetros com término previsto para finais de 2019. Neste corredor está prevista para breve a asfaltagem do troço Cuamba-Muita, avaliado em 47,7 milhões de dólares, com fim programado para 2020. 

            O Primeiro-ministro destacou o início das obras da estrada Nampula-Nametil, numa extensão de 70 quilómetros, orçado em 42 milhões de dólares com término previsto para meados de 2020. Também decorre a mobilização de fundos no sentido de fazer chegar aos distritos costeiros de Angoche, Moma e Larde.

            Na província de Sofala falou do troço Tica-Buzi-Nova Sofala, avaliado em 118 milhões de dólares, com 138 quilómetros, cujo início da asfaltagem também está prevista para o próximo semestre.

            O Executivo tem na manga outros projectos integrados no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento de Estradas Rurais, onde, através do Banco Mundial,estão assegurados cerca de 150 milhões de dólares, os quais serão direccionados às províncias da Zambézia e de Nampula, para a reabilitação das estradas Nicoadala-Quelimane e Nicoadala-Namacurra, bem como para o desenvolvimentodas estradas dos distritos de Memba, Namapa, Monapo, Mogincual, Mossuril, em Nampula, e Maganja da Costa, Murrumbala, Lugela, Pebane e Chinde, na Zambézia.

            A outra frente em curso é a manutenção de rotina das estradas revestidas, numa extensão de cerca de 5800 quilómetros, em todo o país, em que foram disponibilizados 537 milhões de Meticais, dos quais 30 por cento (161milhões), destinam-se à manutenção da EN1 verificando-se um défice de cerca de 150 milhões de Meticais.

            Para além do valor acima indicado, foram disponibilizados, também do Orçamento do Estado, 154 milhões de Meticais, destinados a obras de melhoramentos do troço Inchope-Caia, sobretudo da secção Gororongosa-Nhamaphaza-Caia, considerada a mais crítica.

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