O poder da bola

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) apercebeu-se do poder da bola para alargar o número de praticantes e, com uma base desenvolvida, seleccionar os melhores de todo país para as equipas nacionais. Decidiu resumir a empreitada em palavras significativas: “Projecto das 11 mil bolas, um só Moçambique”.

Nos bairros e quarteirões de todo Moçambique é frequente encontrar petizes a chutarem uma bola, não se importando, muitas vezes, pela qualidade da mesma.

Basta ter a forma esférica para brincarem ao finta-finta ou aofica no meio. Aliás, é essa a realidade que torna o futebol a modalidade rainha ou o ópio do povo.

A direcção da federação quer que esses meninos espalhados pelo país continuem com essa brincadeira secular mas com uma bola real. Por isso vai colocar um mínimo de mil bolas por cada província do país.

Não são bolas para clubes federados de alta competição, mas para as comunidades, sabido que é desses espaços onde emergem os talentos que vão suportar os grandes clubes.

Como dizia o presidente da federação, Alberto Simango Jr., no futebol, a bola é a essência do jogo. “Sem a bola não se pode falar em futebol porque ela representa a essência deste maravilhoso jogo que desperta paixões, encanta multidões e gera um sentimento de orgulho e patriotismo quando a nossa equipa e as nossas selecções ganham”.

Por isso, a disponibilidade ou não de uma bola de futebol é uma questão central, porque significa que a modalidade vai crescer ou atrofiar, respectivamente.

No seu projecto à frente da FMF, Simango Jr. elegeu o clube como o principal alvo de todas acções porque é justamente no clube onde se faz futebol.

Mas a realidade tem provado que há mais agentes a praticar o futebol, sobretudo nas escolas e comunidades. Foi então que desenhou o “Projecto das 11 mil bolas, um só Moçambique.”

A iniciativa ganhou força semana finda com a entrega, pela Mozal, de uma única vez, de 5500 bolas, precisamente a metade das bolas que compreendem o projecto. São bolas que se espera contribuam para fortificar os clubes, alimentem a massificação nas escolas e confiram maior vitalidade à modalidade nas comunidades.

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