O “Moçambola”-2019 será disputado num novo formato de duas fases e dois grupos. Os 16 clubes participantes foram divididos a meio e jogarão entre si todos contra todos em duas voltas, qualificando-se para a fase final os primeiros quatro classificados de cada grupo.

Os clubes foram agrupados em função das zonas. No Sul teremos oito clubes e os quatro do Centro do país juntam-se aos outros quatro da zona Norte, formando o grupo Centro-Norte.

No Sul vão competir as equipas da Liga Desportiva de Maputo, Ferroviário de Maputo, Maxaquene, Costa do Sol, ENH, Desportivo, Chibuto e Incomati. No Centro-Norte estão agrupados União Desportiva do Songo, Ferroviário da Beira, Textáfrica, Têxtil de Púnguè, Ferroviário de Nacala, Ferroviário de Nampula, Desportivo de Nacala e Baía de Pemba.    

Esta foi a principal decisão da assembleia geral da Liga Moçambicana de Futebol realizada quinta-feira passada na cidade de Maputo. Nesse encontro não ficou decidido o formato de despromoção das oito equipas que ocuparão os últimos lugares nos dois grupos.

A direcção da LMF assumiu que brevemente vai comunicar aos clubes o sistema de disputa da manutenção. Isso aconteceu porque a LMF não levou este modelo alternativo à assembleia, tendo sido produzido no calor das discussões pelos associados.

Em função do dinheiro existente, a LMF defendia a divisão dos clubes em quatro grupos regionais, que jogariam entre si todos contra todos em quatro voltas numa primeira fase para o apuramento de oito que disputariam a fase final, enquanto os oito pior classificados disputariam a manutenção.

O presidente da LMF, Ananias Couana, justificou que não estão reunidas condições financeiras para o modelo clássico de todos contra todos em duas voltas, por isso era necessário encontrar-se uma alternativa para o momento actual do país.

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