ARTES: Encerra hoje a festa da dança contemporânea

Texto de Frederico Jamisse
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Kinani – o mesmo que dançar em Changana -  é plataforma de dança contemporânea que anualmente junta, nos palcos de Maputo, bailarinos e coreógrafos de várias partes do mundo para mostrarem as suas criações e partilhar experiências. Este ano, o evento começou no dia 21 de Novembro e encerra hoje, no 4º andar do prédio inacabado que está em frente ao Ministério do Interior.

Com artistas de Moçambique, Portugal, Estados Unidos da América, França, Zimbabwe, Kenya, Espanha, Ilhas Comores e Mayotte, Burquina Faso, Namíbia, Andorra, Congo e Madagáscar, o festival que vai na sétima edição tem como lema: Repensando o lugar do tradicional na linguagem contemporânea da Dança. A componente inovadora do evento é a apresentação do teatro por um grupo de jovens que reflecte sobre a crise social.

A programação do evento teve como base as criações de residências artísticas onde jovens coreógrafos contemporâneos e grupos de dança tradicional colaboraram com o objectivo de diluir as fronteiras.

Vinte e cinco espectáculos de dança e instalações oferecidos por 50 coreógrafos e artísticas provenientes de 14 países foi o cardápio dos seis dias do evento que hoje encerra.

De Moçambique, o destaque vai para Panaíbra Canda, recentemente distinguido pela revista alemã TANZ na categoria “novas promessas para o futuro da dança 2017”, Lulu Salas, Horácio Macuácua, Idílio Chichava, Guilherme Roda. A nível feminino, Moçambique se faz representar por Katia Manjate, Edna Jaime, Melita Matsinhe, Rosa Mário e Marina Tembe, entre outras que apresentam diversas temáticas. 

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