Minhas senhoras e meus senhores, o vencedor do prémio José Craveirinha 2018 é Ungulani Ba Ka Khosa. Assim falava Gilberto Matusse, presidente do júri que atribuiu por unanimidade o prémio ao decano da escrita moçambicana Francisco Esaú Cossa, artisticamente conhecido por Ungulani Ba Ka Khosa.

A cerimónia de anúncio e entrega do prémio José Craveirinha, de 25.000 (vinte e cinco mil dólares americanos), equivalente a 1.500.000 MT (um milhão e quinhentos mil Meticais), foi realizada no centro cultural da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, em Songo, província de Tete.

Marcaram presença os mais altos dignatários do governo provincial, conselho de administração e membros de direcção da HCB, artistas, alunos e comunidade.

Fazendo jus  à modalidade a premiar, a HCB convidou para testemunharem a cerimónia os escritores Carlos Paradona rufino Roque, secretário geral da Associação dos Escritores Moçambicanos; Ungulani Ba Ka Khosa, Rogério Manjate, Mbate Pedro e Aurélio Furdela. Marcou presença ainda o presidente do Fundo Bibliográfico da Língua Portuguesa, Nataniel Ngomane, parceiro da HCB na organização da feira do livro. Os saxofonistas Moreira Chonguiça e Jonas Eusébio sopraram abrilhantando a festa literária.

Gilberto Matusse, presidente do júri, afirmou que a atribuição do prémio a Ungulani Ba Ka Khosa esteve assente nos seguintes pontos: “Desde o lançamento da sua obra de estreia, ‘Ualalapi’, em 1987,  tem-se mostrado como uma voz emblematicamente comprometida com um trabalho original e ousado. A extensa obra configura um eloquente exemplo de que  ao longo dos anos o trabalho dos cultores da palavra  como  este contribuiu para o desenvolvimento e valorização da literatura e cultura moçambicanas e inspirou  e continua a inspirar novas gerações”.

Texto de Frederico Jamisse em Songo, Tete

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