Define-se como uma mulher a quem Deus deu muitos talentos. É jornalista, apresentadora, locutora e tem uma empresa de decoração e catering, em sociedade com a sua irmã. Nasceu, reside e trabalha na capital do país, Maputo. A pontualidade e organização são algumas das suas características. Entretanto, afirmou também que gosta de ajudar, de cuidar do próximo, mas também de contar histórias, especialmente estratos de vida de pessoas acometidas por doenças que mexem com a estrutura familiar, como o HIV-Sida, trazendo a descoberto os seus desafios, as superações, vitórias e derrotas. Fê-lo em forma de livro há 5 anos. Mas a sua acção rendeu-lhe falas populares que a ligavam carnalmente com a doença. O mundo equivocou-se: “algumas pessoas achavam que por eu tocar em seropositivos, abraçá-los, ajudá-los, também tinha a doença”, desabafou. 

É bastante activa e dona de uma disposição contagiante. Confessa ser muito festeira e gostar de cozinhar. Por causa disso, não perde uma oportunidade para um social com os amigos, comandando, invariavelmente, a cozinha.

Nasceu em 1968 no posto administrativo de Machipanda, distrito de Manica, província de Manica. É filho de pais camponeses, razão pela qual a sua ligação com as plantas iniciou na tenra idade.

O rosto que este semanário apresenta hoje é, nada mais nada menos, a maestrina da orquestra da mais antiga instituição de ensino superior do nosso país, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). Trata-se de Marta Massango, nascida há 34 anos, na cidade de Maputo, no bairro Luís Cabral. É igualmente docente da cadeira de Música Vocal e Instrumental da Escola de Comunicação e Arte (ECA), carreira que exerce desde o ano de 2010. Em casa tem um estúdio onde, para além de formar, serve também para ensaios. Faz parte do grupo fundador da Orquestra da UEM.

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