Quando Thomas Jefferson disse que o espírito egoista do comércio não conhece países e não sente paixão ou princípio excepto o do lucro, certamente que não se referia aos malandros que agora pululam um pouco por todas as paragens da nossa cidade... falava dos outros comerciantes, mas estes, os que fintaram Bula-Bula, aprenderam bem a lição; não lhes interessa o apelido da vítima... só querem a mola e pronto.

A estratégia nem é tão nova assim mas, pela astúcia dos praticantes, qualquer um arrisca-se a cair que nem patinho amarelo num charco. A cara, o drama e o clima escolhidos são de partir o coração mais duro. 

Nós, povo ‒ muitas vezes deixamos muito bem claro e cristalino que Bula-Bula é do povo, tipo Zé Povão mesmo ‒ aquele que gosta de bebericar um copito com os amigos nas barracas, andar descalço, comprar amendoim torrado e andar de “My Love”, vivencia coisas que nem o diabo imagina...

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